Reforma de escola municipal, em Codajás, vai custar mais de meio milhão aos cofres públicos

Reforma em escola municipal de Codajás, no Amazonas, terá custo de mais de meio milhão aos cofres públicos, após cassação do prefeito local por corrupção eleitoral.
Redação O Poder
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

Manaus | AM

A reforma da Escola Municipal Ozias Monteiro, localiza na Rua Padre Noé, no município de Codajás, vai custar aos cofres públicos R$ 575.993,06, conforme publicação feita no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas (Doma), e assinada pelo então prefeito Antônio Ferreira dos Santos, conhecido como ‘Toinho’ (PP), cassado no dia 7 de outubro deste ano pelo juiz Geildson de Souza Lima, da 7ª Zona Eleitoral de Codajás.

Conforme o documento, assinado no dia 20 de setembro, antes da cassação de ‘Tonho’, o termo de contrato revela que a unidade de ensino será reformada e ampliada pela empresa Hieron Obras de Construção Eireli, registrada sob o CNPJ n. 35.457.341/0001-75 e localizada na Avenida Ayrão, bairro Centro, em Manaus.

Ainda segundo o Diário Oficial dos Municípios, o contrato administrativo tem vigência de 90 dias a contar da assinatura. A empresa responsáveil pela obra foi criada no dia 8 de novembro de 2019, esta cadastrada como de pequeno porte e possui capital social de R$ 400 mil.

codajas

Cassação

No dia 7 de outubro deste ano, o juiz Geildson de Souza Lima, da 7ª Zona Eleitoral de Codajás, determinou a cassação dos diplomas do prefeito e do vice-prefeito do município, Antônio Ferreira dos Santos, conhecido como ‘Toinho’ (PP), e Cleucivan Gonçalves Reis, respectivamente, “por abuso de poder econômico, decorrentes de corrupção eleitoral e captação ilícita de recursos”.

Além disso, o juiz decretou a inelegibilidade de ambos por 8 anos, e também de Jozenilson Lopes Pontes, Francimara Penha Freitas e Marcos Rodrigues da Costa “na forma do art. 22, inciso XIV, da Lei Complementar n. 64/1990”.

De acordo com o processo, impetrado por Miqueias Paz de Carvalho, Jozenilson Pontes, vulgo ‘Carequinha’, se utilizou de uma organização social presidida Francimara Freitas, e levantou dinheiro em espécie para compra de bens destinados à corrupção eleitoral e para utilização ilícita na própria campanha.

https://opoder.ncnews.com.br/judiciario/justica-cassa-diplomas-do-prefeito-e-do-vice-prefeito-de-codajas/

Carregar Comentários