O VI Fórum Estadual das Casas Legislativas do Amazonas (Feclam), realizado na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), foi palco de uma das demonstrações de capital político mais expressivas deste ano. A empresária e reitora Maria do Carmo Seffair (PL) não apenas marcou presença no evento, como foi recebida com entusiasmo, tornando-se o centro das atenções nos corredores e no plenário.
Convidada pelos deputados estaduais Débora Menezes e Delegado Péricles — expoentes da ala conservadora no estado — Maria do Carmo chegou ao evento ladeada por lideranças do Partido Liberal. No entanto, o que chamou a atenção dos analistas políticos não foi apenas a companhia, mas o “termômetro” do público e dos parlamentares municipais.
Recepção e Prestígio
Diferente da formalidade reservada a outras autoridades presentes, como o governador Wilson Lima e os senadores Omar Aziz e Eduardo Braga, a entrada de Maria do Carmo foi marcada por aplausos e gritos de apoio vindos das galerias. A recepção calorosa foi tão intensa que interrompeu momentaneamente o fluxo institucional do evento, forçando até mesmo seus oponentes políticos a observarem, à distância, a demonstração de popularidade.
Voz dos Municípios
O prestígio de Maria do Carmo mostrou-se especialmente sólido entre os vereadores do interior do estado. Parlamentares de diversas calhas de rios do Amazonas fizeram questão de cumprimentá-la, reforçando que seu nome tem penetração para além da capital.
Civilidade no Discurso
O evento também foi marcado por um momento de civilidade política. Durante seu discurso, o senador Omar Aziz, embora em campo oposto, reconheceu a presença de Maria do Carmo, tratando-a com a liturgia que o cargo exige e reforçando que “adversários não são inimigos”. O gesto, no entanto, apenas serviu para sublinhar que a presença da reitora é um fator determinante no cenário político de 2026.
Para o portal O Poder, a participação de Maria do Carmo no Feclam envia um recado claro: com o apoio de nomes como Débora Menezes e Péricles, e uma conexão direta com o eleitorado do interior, ela se posiciona como uma força gravitacional capaz de atrair holofotes e, principalmente, votos.