A deputada estadual Débora Menezes (PL) voltou a cobrar medidas de combate às queimadas e à fumaça que afeta o Amazonas. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a parlamentar criticou a atuação dos governos estadual e federal e afirmou que as cobranças por providências são feitas desde 2023.
Durante a gravação, realizada em um local onde a fumaça dificulta a visibilidade da paisagem e do rio ao fundo, Débora questionou a falta de respostas que considera suficientes para enfrentar o problema. Segundo ela, já foram apresentados requerimentos e solicitações de reforço nas ações de combate aos incêndios e de fiscalização ambiental.
A deputada afirmou ter cobrado medidas do Governo do Amazonas, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). Também relatou ter direcionado cobranças ao Governo Federal e à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em 2024.
Parlamentar aponta impactos da fumaça na população
No vídeo, Débora destacou os riscos associados à exposição à fumaça, principalmente para crianças e idosos, e defendeu ações de prevenção, fiscalização e resposta aos incêndios.
“A nossa população precisa de atenção, precisa de respeito e precisa de providência”, declarou a parlamentar, ao afirmar que continuará cobrando os órgãos ambientais e as autoridades responsáveis.
A deputada também questionou a atenção dada ao Amazonas nas políticas ambientais nacionais. Para ela, a preservação da floresta precisa ser acompanhada de medidas que protejam diretamente as pessoas que vivem no estado.
Débora relaciona tema às eleições
Ao final da gravação, a parlamentar relacionou a situação ambiental às eleições estaduais marcadas para 25 de outubro. Débora defendeu a mudança no comando do governo e afirmou que o próximo gestor precisa priorizar tanto a proteção da floresta quanto a saúde da população.
As declarações foram feitas pela própria deputada no vídeo. A gravação não apresenta respostas dos governos estadual e federal às cobranças mencionadas nem detalha medidas específicas que teriam sido adotadas pelos órgãos responsáveis no período citado.