Manaus | AM
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por unanimidade, nesta terça-feira (23), o pedido de soltura de dois militares e um ex-servidor da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) presos na operação ‘Pulitzer’, acusados de terem participado da tortura e sequestro do jornalista Romano dos Anjos, em Roraima. Nesta mesma ação, o deputado estadual Jalser Renier também chegou a ser preso, mas já está em liberdade.
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Essa é a terceira vez que o STJ nega o pedido da defesa do coronel Moisés Granjeiro de Carvalho, do coronel Natanael Felipe de Oliveira Júnior e do ex-servidor Luciano Benedicto Valério. Os advogados recorreram da decisão. A defesa solicitou revisão alegando decisão monocrática, quando apenas um ministro é responsável pelo deferimento ou não do pedido.
O caso está sobre a relatoria do ministro Jesuíno Rissato. Ele reuniu os demais ministros para julgar o agravo regimental, onde por unanimidade mantiveram a decisão e negaram novamente o habeas corpus.
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Dos oito acusados e presos durante a operação ‘Pulitzer’, a justiça concedeu liberdade a apenas ao deputado Jalser Renier (Solidariedade). O parlamentar, que é suspeito de ser o mandante do sequestro do jornalista, ganhou liberdade em 6 de outubro, com uso de tornozeleira eletrônica.
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