MP Eleitoral fecha o primeiro turno com atuação em todo o Amazonas

Ministério Público Eleitoral atuou em todo o Amazonas durante o primeiro turno das eleições municipais.
Redação O Poder
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Manaus | AM | Com informações da assessoria de imprensa

Com cerca de 74 promotores e promotoras mobilizados, o Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) esteve presente em todos os municípios do Estado cumprindo a missão institucional de fiscalizar a lei.

Casos de prisão de candidatos e de cidadãos comuns, confusão e ânimos exaltados em alguns municípios, calma e nenhuma ocorrência relevante em outros, as eleições municipais, deste domingo (15), foram, em sua grande maioria, pacíficas e dentro da ordem democrática.

Os casos que mais deram trabalho aos membros do MP Eleitoral foram as tentativas, por parte de candidatos, de obter votos de forma ilegal; pessoas que combinaram para pagar eleitores em troca do apoio na urna e que transportaram o eleitor de maneira ilegal.

Para receber as denúncias durante todo o horário de votação, o MP montou uma central organizada pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias Eleitorais (CAOPE) junto da equipe da Ouvidoria.

Capital

Em Manaus, as 13 zonas eleitorais tiveram a atuação de promotores, mas nada de grave. Destaque para apreensões de material de propaganda que estavam sendo feitas ilegalmente no dia do pleito. A 37ª e a 2ª Zonas Eleitorais realizaram apreensões.

A promotora Sheyla Frota (37ª ZE) abordou candidatos que teimavam em fazer propaganda e o promotor Carlos Araújo (2ª ZE) representou contra dois candidatos que ‘derramaram’ grande quantidade de santinhos em locais de voto. Nas demais, denúncias foram apuradas, mas sem confirmação.

A Ouvidoria do MP, que ficou de plantão o dia todo, recebeu 135 denúncias. As demandas foram recebidas pelo Disque Ouvidoria (3655.0745), pela Linha Direta (0800 092 0500) e pelo formulário eletrônico obtido pelo acesso ao site.

Interior

Para atender a todos os municípios do interior do Estado, o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) mobilizou promotores que atuam na capital, incluindo até os recém empossados, no último dia 30 de outubro.

Os municípios registraram os casos mais graves de crimes eleitorais. Como a prisão do prefeito de Tonantins, flagrado em esquema de compra de votos. Em Itacoatiara, um homem distribuía santinho com papelotes de entorpecentes, foi preso por tráfico pela polícia federal.

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