Disney lança linha de produtos que promove bandeira LGBT

Disney lança linha de produtos que promove a bandeira LGBT, com parte dos lucros destinados a organizações de apoio à comunidade.
Redação O Poder
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EUA|

Uma linha com diversos produtos com as cores da bandeira do arco-íris, símbolo do movimento LGBT em todo mundo, foi lançada pela Disney nesta semana. Segundo a empresa, os produtos são alusivos ao “mês do orgulho” [LGBT], comemorado em junho.

A linha de produtos inclui personagens bem conhecido do público infantil, como Mickey Mouse e Minnie, além de acessórios relacionados às franquias Marvel e Star Wars e das produções da Pixar.

Segundo comunicado divulgado pela empresa, a ideia partiu de funcionários e “aliados” LGBTs. “Trata-se de um reflexo de sua incrível contribuição e lugar no coração da Disney”, ressaltou o gigante do entretenimento, na nota. “Somos solidários com a comunidade LGBT+ em todos os lugares.”

No mesmo anúncio, a Disney prometeu doar todos os lucros da coleção para organizações que apoiam as causas gays. O dinheiro será distribuído pela empresa até o fim de junho, conhecido como o “Mês do Orgulho” nos EUA.

Os grupos designados para se beneficiar das vendas da Disney incluem a Gay Lesbian and Straight Education Network, que defende “criar escolas e ambientes de aprendizado seguros e afirmativos para todos os alunos queers”, e The Trevor Project, um recurso de prevenção de suicídio para jovens LGBT+.

Disputa com conservadores

No mês passado, o governador da Flórida, Ron DeSantis, tirou da Disney privilégios administrativos que a empresa desfrutava desde quando era um pequeno negócio e precisava de isenção fiscal. O fim da relativa autonomia administrativa tem por contexto a disputa entre DeSantis e a Disney em virtude de uma lei que proíbe a ideologia de gênero nas escolas.

A direção de esquerda da Disney reagiu à lei, fez críticas severas ao governo e passou a atuar politicamente para difamar a nova norma. Em meio à queda de braço, Abigail Disney, herdeira da empresa, defendeu a importância de a empresa guinar à esquerda, em críticas ao que chamou de “neutralidade”.

Foto: Reprodução

 

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