Após as manifestações que aconteceram Brasília, que resultaram na depredação de patrimônio público no Congresso Nacional e na sede de outras instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF), órgãos públicos e entidades de classe se manifestaram contrários ao ato.
Por meio de nota, a presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) Nélia Caminha Jorge afirmou que os atos de vandalismo, ora praticados contra as instituições federais, são “intoleráveis por afrontar o Estado Democrático de Direito e devem ser apurados pelas autoridades competentes de modo a responsabilizar, nas formas da Lei, aqueles que os praticaram e/ou os financiaram”.
O juiz Luis Márcio Nascimento Albuquerque, presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas (AMAZON), considerou as manifestações um deplorável ataque à democracia brasileira e que devem ser minuciosamente apurados, com a firmeza e rapidez que o caso requer, com a rigorosa responsabilização de todos os envolvidos, restabelecendo-se a paz e a ordem pública que, para ele, form mais uma vez abaladas por ações que envergonham nosso país.
O procurador-geral do Ministério Público (MPE-AM) usou a nota para repudiar o vandalismo e para tranquilizar a população do Estaod. “O Ministério Público do Estado do Amazonas tranquiliza a população amazonense e segue pronto à defesa do regime democrático no âmbito de suas atribuições”, ressaltou.
O presidente do Tribunal Rregional Eleitoral (TRE), desembargador Jorge Lins, também repudiou as depredações disse que os atos “não refletem a forma correta de agir diante dos avanços civilizatórios”.
O conselheiro Érico Desterro, presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) dsse que os atos do vandalismo desrespeitam a ordem pública. “Não há espaço, em uma sociedade livre e republicana, para quaisquer agravos à ordem democrática, nem tolerância em relação aos atos que os concretizam. É necessária a imediata restauração da ordem, com o devido respeito à lei”, afirmou por meio de nota.
O presidente do Conselho Superior do Centro da Indústria do Estado do Amazonas, Luiz Rocha, afirmou que a depredeção foi ”uma triste página” da história brasileira. “Rogamos que a ordem constitucional seja retomada imediatamente e os responsáveis tenham seus crimes apurados e sejam punidos na forma da lei. É necessário que os assuntos de estado e os desafios econômicos nacionais, como a solução das desigualdades regionais brasileiras, sejam enfrentados pelo governo federal eleito”, disse.
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