MANAUS | AM
O ex-titular da Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz) Alfredo Paes dos Santos morreu nesta quinta-feira (12) aos 71 anos, em São Paulo, vítima de um câncer, doença que enfrentava há cerca de quatro anos. Alfredinho, como era carinhosamente conhecido, fez parte dos gestores de primeiro escalão do ex-governador Amazonino Mendes (Cidadania), que também encontra-se na capital paulista em tratamento contra uma pneumonia.
Homem de confiança de Amazonino, além de comandar a Sefaz na última administração do ex-governador, Alfredo Paes também dirigiu a Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti). Com Amazonino na prefeitura de Manaus, Alfredinho foi titular da Secretaria Municipal de Finanças (Semef).
Alfredo Paes dos Santos era funcionário de carreira da Sefaz, contador e analista de informática.
Pesar
Por meio de nota, o prefeito de Manaus em exercício, Marcos Rotta (PP), lamentou a morte do ex-secretário da Sefaz Alfredo Paes dos Santos e desejou pesar aos familiares enlutados.
“Neste momento de profunda dor e tristeza, todo nosso apoio e sentimentos de pesar aos familiares e amigos. Alfredo era um profissional exemplar e um ser humano de imensa gentileza”, declarou o prefeito em exercício.
Tratamento
Internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o dia 29 de dezembro de 2022 para tratar uma pneumonia, o ex-governador do Amazonas, Amazonino Mendes, 83 anos, não tem previsão para receber alta. É o que diz o último comunicado da assessoria do político, divulgado no dia 6 de janeiro.
De acordo com a nota, apesar da doença, o estado dele é estável. Essa é a segunda internação do ex-governador em menos de dois meses. No dia 23 de novembro do ano passado, Amazonino viajou de Manaus para a capital paulista para tratar crise de diverticulite – uma inflação no intestino grosso – e também uma pneumonia.
Ao longo dos anos, o quadro de saúde do ex-governador se agravou e isso refletiu na campanha dele para o governo do Estado em outubro, nas últimas eleições gerais. À época, ele reduziu a agenda política e evitou grandes mobilizações no interior.
Foto: Reprodução