O governador Wilson Lima (União Brasil) explicou na manhã desta desta quarta-feira (5) o objetivo de criar a secretaria de Mineração, Energia e Gás Natural do estado do Amazonas.
De acordo com o chefe do Executivo Estadual, existe uma necessidade de atenção maior em investimentos em atividades econômicas que incluem a exploração de potássio e ouro na região.
“Entendendo o momento que a gente vive agora, a necessidade que a gente precisa ter uma atenção mais especial para a questão do potássio e da atividade aurífera, da exploração de ouro, do gás natural, que é uma realidade hoje com a quebra do monopólio que a gente fez no primeiro mandato.”, relatou o governador.
Segundo o governador, a empresa que explora o gás natural no Campo de Azulão, no município de Silves, já investiu R$ 1 bilhão de reais até aqui, e nós próximos quatro anos deve investir R$ 5,8 bilhões.
A Eneva ganhou a concessão para a construção de três usinas térmicas.
Energia renovável
Ainda conforme Wilson Lima, o governo do estado também tem projetos com o objetivo de levar placas de energia solar para várias comunidades.
“Estamos iniciando esse trabalho através da Amazonastur, através do programa ‘Brilha Amazonas’. Já começamos a fazer as entregas e essas placas são destinadas para aqueles pequenos empreendimentos nas reservas de desenvolvimento sustentáveis.”, afirmou.
O governador do estado ainda falou sobre o objetivo de recriar a Secretaria Estadual de Esporte.
“Da mesma forma que há uma necessidade de a gente recriar a secretaria de Esportes, levando em consideração o leque de possibilidades que a gente conseguiu ampliar, e aí, eu tenho questões legais que precisam ser superadas, e também por conta desse entendimento federal que eu tendo uma secretaria é muito mais fácil dialogar com o Ministério, então é muito mais fácil captar recursos, por exemplo.”, observou.
Por fim, Wilson Lima esclareceu os objetivos da minirreforma administrativa em andamento em seu segundo mandato.
“Estamos fazendo essas adaptações e outras adaptações menores no governo muito mais por questão funcional, por questão de legalidade.”, acrescentou Lima.