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A deputada, Luciene Cavalcante (PSOL-SP), acionou nesta quinta-feira (4) o Ministério Público Federal (MPF), para que investiguem o motivo da filha do ex-mandatário Jair Messias Bolsonaro (PL), Laura, não estar vacinada.
A parlamentar alegou que o Estatuto da Criança prevê a obrigatoriedade da vacinação em crianças nos casos recomendados por autoridades sanitárias e acrescentou na petição a citação da decisão tomada em 2020, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que estabeleceu que o Estado pode determinar a vacinação de brasileiros, e ainda solicitou à Justiça que providencie a imunização da criança.
Em entrevista ao Programa Pânico, Bolsonaro mencionou o laudo médico da filha que dispensa a aplicação da vacina, e contou que ao liberarem as vacinas para crianças até 11 anos, entrou em contato com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e se deparou com a falta de conhecimento dos profissionais de saúde, sobre os efeitos que podem ocorrer com a aplicação da dose.
“E o médico vai fazer o quê para conter uma falta de ar, palpitação ou dor no peito? Ele falou: Eu não sei! Então a minha filha não vai tomar vacina, que é ainda experimental”, explicou.
A defesa do ex-presidente também anunciou que a caçula de Bolsonaro foi proibida por médicos de se vacinar, contra a Covid, em virtude das comorbidades preexistentes, devidamente atestadas.
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Informações com Revista Oeste