CBA recebe embaixador do Peru e mostra as tecnologias desenvolvidas a partir da biodiversidade Amazônica

Centro de Biotecnologia da Amazônia recebe diplomatas peruanos e apresenta avanços em pesquisas com a biodiversidade local.
Redação O Poder
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AMAZONAS

O Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), na tarde desta terça-feira (4), recebeu o embaixador do Peru no Brasil, Rômulo Acurio, juntamente com o cônsul-geral do Peru, Pedro Vargas que, recebidos pelo gestor da instituição, Fábio Calderaro, dialogaram sobre o atual momento do CBA e  sobre a relevância de realizar iniciativas conjuntas voltadas ao segmento bioeconômico.

“Fala-se muito da bioeconomia, mas vê-la na prática é algo que impressiona”, declarou o diplomata.

O embaixador tem acompanhado as recentes mudanças pelas quais passa o CBA, inclusive tendo presenciado, em Brasília, a assinatura do Decreto nº 11.516/2023, que qualificou como Organização Social a nova entidade gestora do Centro.

“Este é o momento de estreitarmos relacionamento e trabalharmos mais próximos para avançar nesta pauta tão importante”, disse Acurio.

O gestor do CBA falou sobre o trabalho da instituição e o que se pretende a partir da mudança de gestão e da situação jurídica do Centro, que vai permitir que as iniciativas desenvolvidas pelo corpo científico do CBA possam efetivamente gerar resultados práticos para a sociedade.

“Poderemos atuar com mais agilidade para contribuir com o adensamento das cadeias produtivas da Amazônia, gerando benefícios às comunidades tradicionais e aos produtores regionais”, comentou.

Calderaro ainda reforçou ao diplomata que é preciso atrair bioindústrias para a região, o que permitirá a transferência de tecnologias e o avanço da bioeconomia local.

“Temos a missão de apoiar o empreendedorismo biotecnológico, em parceria com a indústria, empresas de base tecnológica, ICT’s, agroindústrias, empreendedores de sistemas agroflorestais e populações tradicionais”, destacou.

 

Relação internacional

A visita ao CBA possibilitou ao embaixador ter a percepção da necessidade de instituições peruanas, inclusive as acadêmicas, terem maior proximidade com quem desenvolve com propriedade atividades relacionadas à bioeconomia e à biotecnologia na região.

“Buscarei verificar quais instituições do Peru podem ter um contato mais próximo com o CBA para trabalharmos juntos”, concluiu o embaixador Acurio.

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Foto e informações Assessoria de Comunicação CBA

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