Dallagnol rebate noticiário que o acusa de negociação silenciosa com autoridades dos EUA

Ex-deputado Deltan Dallagnol rebate acusações de negociação silenciosa com autoridades dos EUA sobre multas da Lava Jato.
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Acusado de negociar silenciosamente com autoridades dos Estados Unidos da América (EUA), o dinheiro que seria cobrado da Petrobras em multas e punições pela Operação Lava Jato, o ex-deputado Deltan Dallagnol já encaminhou resposta, por intermédio de sua rede social.

Dallagnol pontuou três assuntos em sua resposta, que as negociações  de acordos devem manter a confidencialidade por várias razões de interesse público, que a Controladoria-Geral da União (CGU) não participa do acordo entre Ministério Público Federal (MPF) e Petrobras, como supôs o jornalista e que procuradores do Lava Jato desconhecem as mensagens de crime, expostas pela mídia.

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De acordo com o Portal da Uol a negociação seria de responsabilidade Controladoria-Geral da União (CGU), segundo a lei e as conversas fazem parte de material apreendido pela Operação Spoofing, da Polícia Federal (PF).

O material publicado demostra vários trechos de diálogos de Dallagnol e completa com a informação que a conversa tanto com americanos quanto suíços nunca foram oficiais e duraram cerca de três anos.

Finalizando a Petrobras, dois anos após, a estes diálogos ,aceitaria pagar pagar uma multa de 853,2 milhões de dólares aos EUA para não ser processada. O acordo teria enviado 80% do valor ao Brasil.

O dinheiro seria destinado a um fundo privado que a própria Lava Jato tentou criar e não conseguiu. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu a criação do fundo a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e destinou o dinheiro  à Amazônia.

Foto Divulgação

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