Arthur Neto rebate acusações de desvio de verbas de merenda escolar

Ex-prefeito de Manaus rebate acusações de desvio de verbas da merenda escolar durante sua gestão.
Redação O Poder
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O ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, se manifestou publicamente para rebater as acusações de envolvimento em esquema de desvio de recursos destinados à merenda escolar, investigado na Operação “Sem Sabor”, deflagrada pela Polícia Federal na terça-feira (25). A operação apura fraudes na dispensa de licitação e no desvio de verbas para a compra de kits de merenda escolar.

Em resposta às alegações feitas pela gestão atual da Prefeitura de Manaus, sob comando de David Almeida, que afirmaram que os fatos ocorreram durante a administração anterior de Arthur Neto, o ex-prefeito fez questão de esclarecer que sua gestão teve as contas aprovadas por todos os órgãos de controle e que ele não teme qualquer tipo de revés jurídico.

“Saí da prefeitura em 2020 e todas as minhas contas foram aprovadas por unanimidade. Não tenho medo de enfrentar nenhum tipo de revés. Nunca fiz riquezas ilícitas, nem cometi qualquer ato desonroso, como desviar recursos públicos”, afirmou Arthur Neto, destacando a transparência de sua administração.

Além disso, o ex-prefeito criticou o uso político das investigações, acusando parte da classe política local de adotar estratégias que considera “baixas, desleais e perversas”. Em seu discurso, ele reforçou sua reputação de homem sério, assegurando que sua trajetória não depende de cargos públicos para se manter em liberdade e respeito.

“Quando um homem de caráter, como eu, chega a algum lugar, sua honradez o precede. Eu busco a paz, mas jamais fugirei de qualquer batalha”, declarou Arthur Neto, ressaltando sua integridade e compromisso com a verdade.

A operação realizada pela Polícia Federal contou com a participação de 30 agentes federais e cumpriu seis mandados de busca e apreensão, em endereços e empresas localizadas em Manaus. As investigações começaram após uma ação popular e auditorias conduzidas pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas da União, que identificaram irregularidades na contratação da empresa responsável pelo fornecimento dos kits de merenda escolar.

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