Base de David Almeida derruba requerimento sobre adesão forçada de comissionados à Manausmed

Vereadores rejeitam pedido para Prefeitura explicar adesão compulsória de servidores ao plano de saúde Manausmed.
Redação O Poder
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Os vereadores aliados do prefeito David Almeida (Avante) rejeitaram, na sessão desta segunda-feira (5), o requerimento apresentado pelo vereador Rodrigo Guedes (União Progressista), que solicitava explicações da Prefeitura de Manaus sobre a adesão de servidores comissionados ao plano de saúde Manausmed.

Guedes afirmou ter recebido denúncias de que servidores estariam sendo obrigados a aderir ao plano, cuja administração foi privatizada para a rede hospitalar Hapvida por R$ 108 milhões anuais. “Queremos saber se há coação ou imposição para gerar receita à Manausmed”, declarou o parlamentar.

O plano desconta 4,5% do salário dos servidores inscritos diretamente na folha de pagamento. Segundo Guedes, funcionários de diferentes secretarias foram matriculados sem o devido consentimento.

Mesmo com o apoio de vereadores da oposição e independentes, o requerimento foi rejeitado por maioria. Votaram a favor Rodrigo Guedes, Paulo Tyrone (PMB), Ivo Neto (PMB), Rodrigo Sá (União Progressista), Thayssa Lippy (PRD), Sargento Salazar (PL), Capitão Carpê (PL), Coronel Rosses (PL), Diego Afonso (União Progressista), José Ricardo (PT) e Raiff Matos (PL).

Entre os que votaram contra, estão os vereadores Professor Samuel (PSD), Alan Campelo (Podemos), Marcelo Serafim (PSB), Kennedy Marques (MDB), Sérgio Baré (PRD), Marco Castilho (União Progressista), João Paulo Janjão (Agir), Saimon Bessa (União Progressista), Roberto Sabino (Republicanos), Rodinei Ramos (Avante), Pai Amado (Avante), João Carlos (Republicanos), Eduardo Alfaia (Avante), Eduardo Assis (Avante), Gilmar Nascimento (Avante), Raulzinho (MDB) e Joelson Silva (Avante).

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