Em 2020, durante sua candidatura a vereador, Sassá apresentou um certificado de conclusão do Ensino Fundamental emitido pela Escola Estadual Vasco Vasques. No entanto, em 2024, ao registrar sua candidatura para o mesmo cargo, ele apresentou um certificado diferente, emitido pela Escola Estadual Professor Cleômenes do Carmo Chaves. Além disso, o documento de 2024 apresenta erros de digitação e informações inconsistentes, como nomes de gestores diferentes dos registrados na época da emissão do certificado.
Ao consultar o site da Secretaria de Educação e Desporto do Amazonas (Seduc-AM), não foi encontrado o registro do diploma apresentado por Sassá. Além disso, a unidade escolar mencionada no certificado de 2024, a Escola Estadual Professor Cleômenes do Carmo Chaves, não corresponde à escola indicada no documento de 2020, a Escola Estadual Vasco Vasques.
Repercussão e possíveis consequências legais
As inconsistências nos documentos apresentados por Sassá da Construção Civil geraram repercussão na mídia e entre a população. Especialistas em direito eleitoral alertam que a apresentação de documentos falsificados pode configurar falsidade ideológica eleitoral, o que é considerado crime. As autoridades competentes estão sendo instadas a investigar o caso para apurar a veracidade dos documentos e, se necessário, adotar as medidas legais cabíveis.
Versão de Sassá
Em resposta às alegações, Sassá da Construção Civil negou que o certificado apresentado seja falso. Em entrevista, ele afirmou que o documento é legítimo e que está sendo alvo de perseguição política. O ex-vereador também mencionou que pretende tomar medidas legais contra os responsáveis pelas acusações.