‘Atendemos todas reivindicações da Câmara’, diz David Almeida sobre novo pedido de empréstimo

Prefeitura de Manaus solicita novo empréstimo de R$ 580 milhões para investimentos na cidade.
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“Nós atendemos todas as reivindicações da Câmara”, disse o prefeito David Almeida em referência a um novo pedido de empréstimo enviado à Câmara Municipal de Manaus (CMM), dessa vez no valor de R$ 580 milhões. A declaração foi feita em anúncio de um novo programa da prefeitura realizado na tarde desta segunda-feira (4) no Centro de Cooperação da Cidade (CCC), situado na avenida Umberto Calderaro.

O líder do executivo local foi questionado a respeito do fato de que a instituição financeira do segundo pedido é a mesma do primeiro. Conforme afirmado pelo presidente da CMM, o vereador Caio André (UB), o pedido de empréstimo não poderia ser aprovado caso houvesse a repetição da mesma instituição financeira registrada no pedido anterior. Em resposta a essas indagações, David Almeida se limitou a dizer que a matéria havia sido refeita.

“É uma nova proposta, novos valores. Essa proposta é outra, que não tem similaridade com a anterior, que foi rejeitada. Eu espero, que, no entendimento da Câmara, possa haver aprovação, que vai ser muito importante para a nossa sociedade”, declarou o prefeito.

As declarações de Almeidam foram feitas durante o anúncio do programa “Transação Tributária de 2023”. Além do prefeito da capital, o titular da Secretaria Municipal de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef) Clécio Freire  e o procurador-geral do município Rafael Bertazzo repassaram informações do programa à sociedade. O projeto visa diminuir casos de litígios e processos judiciais. David Almeida afirmou: “vamos buscar fazer esses acordos para que possamos trazer aos cofres municipais esses recursos e podermos aplicá-los da melhor forma possível à cidade de Manaus”.

Pedido de empréstimo

O novo pedido de transação foi feito após recusa de um pedido anterior de R$ 600 milhões junto ao Banco do Brasil. Na manhã desta segunda-feira, o projeto foi deliberado em regime de urgência e encaminhado à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e Comissão de Finanças, Economia e Orçamento (CFEO), mesmo diante da ausência de alguns parlamentares.

 

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