O inquérito conduzido pela Polícia Federal (PF) contra o ex-ministro Silvio Almeida, que comandou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania durante o governo Lula, completou um ano nesta semana sem conclusão.
A apuração investiga denúncias de assédio e importunação sexual apresentadas por mulheres que trabalharam com o ex-ministro. As acusações vieram à tona em setembro de 2024, resultando na exoneração de Almeida.
De acordo com informações obtidas pela imprensa, uma das investigações tende a enquadrar o caso como importunação sexual. A ONG Me Too Brasil confirmou, à época, o recebimento das denúncias que motivaram a abertura do inquérito.
Em nota recente, Silvio Almeida negou todas as acusações e afirmou ser vítima de perseguição política. Sua defesa também reforçou a confiança na Justiça e destacou o desejo de que o processo siga “com transparência e isenção”.
O ex-ministro deixou o cargo no dia 6 de setembro de 2024, e desde então o caso segue em sigilo judicial.