Randolfe prevê votação do fim da escala 6×1 no Senado em setembro

Senador afirma que PEC deve ser analisada pela CCJ em 2 de setembro e defende avanço da proposta para o Plenário.
Redação O Poder
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O fim da escala de trabalho 6×1 pode dar mais um passo no Senado em setembro. O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) afirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê mudanças na jornada de trabalho deverá ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) durante o esforço concentrado marcado para 2 de setembro.

Como líder do Governo no Congresso, Randolfe tem atuado pela tramitação da proposta e defende que, após a análise na comissão, o texto avance para votação no Plenário do Senado.

Randolfe destaca mobilização dos trabalhadores
Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador destacou a importância da mudança para os trabalhadores brasileiros e afirmou que a proposta precisa avançar no Congresso.

Segundo Randolfe, a expectativa é que a PEC seja apreciada pela CCJ no dia 2 de setembro e, posteriormente, encaminhada ao Plenário.

A proposta está sob relatoria do senador Omar Aziz (PSD-AM), que também se posiciona favoravelmente à matéria e sinalizou disposição para acelerar sua tramitação.

Mais tempo para família e lazer
Ao defender o fim da escala 6×1, Randolfe destacou os impactos que uma mudança na jornada poderia trazer para a rotina dos trabalhadores.

O senador citou a possibilidade de ampliar o tempo destinado à convivência familiar, ao lazer e à prática religiosa, defendendo que os trabalhadores tenham mais um dia disponível para essas atividades.

Proposta ainda precisa avançar no Congresso
Apesar da expectativa de votação em setembro, a PEC ainda precisa cumprir as etapas de tramitação no Senado antes de uma eventual mudança nas regras da jornada de trabalho.

O próximo passo previsto é a análise na CCJ. Caso avance, a proposta poderá seguir para o Plenário, onde será submetida à votação dos senadores.

Para Randolfe, a mobilização política em torno da pauta pode ser determinante para que o texto avance e entre na agenda de votação do Senado.

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