“Alexandre de Moraes está decidido a matar Jair Bolsonaro”, acusa Carlos Bolsonaro

Vereador Carlos Bolsonaro acusa o ministro Alexandre de Moraes do STF de tentar 'destruir física e psicologicamente' o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Redação O Poder
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O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) usou suas redes sociais nesta sexta-feira (8) para denunciar o que chamou de uma ofensiva do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em um desabafo, Carlos afirmou que Moraes “está decidido a matar Jair Bolsonaro” e que o ministro, a quem chamou de “guardião da Constituição”, tornou-se “seu coveiro”.

“O ‘guardião’ da Constituição tornou-se seu coveiro. Após a tentativa de assassinato cometida por um antigo filiado de partido aliado ao PT, Bolsonaro sobreviveu a sete cirurgias de emergência. Desde então, é vítima de uma perseguição calculada para destruí-lo física e psicologicamente, junto com seus aliados e o povo que não se submete”, escreveu o vereador.

Carlos Bolsonaro também criticou as ações do ministro sob a ótica dos direitos humanos, apontando “atentados” e “violação do devido processo legal”. Segundo ele, “tortura virou método para arrancar delações sem provas”, e que o sistema judicial ignora investigações importantes para se dedicar a uma perseguição política.

“Buscas e apreensões sem fundamento, prisões ilegais, mortes abafadas. Enquanto isso, investigações sobre corrupção e desvios no INSS são esquecidas por quem deveria investigá-las. Tudo para manter a perseguição contra quem não segue a cartilha da ‘organização’”, afirmou.

O parlamentar também comparou o cenário brasileiro ao da Venezuela, dizendo que “o enredo é idêntico ao que destruiu aquele país”. Ele criticou ainda o silêncio da imprensa tradicional sobre tarifas impostas por Nicolás Maduro e concluiu com uma mensagem de esperança: “Isso vai acabar”.

“Por que a velha imprensa não questiona as tarifas de 70% impostas por Maduro contra o Brasil? A prioridade é ideológica e sanguinária. O terror que aplicam aqui é calculado. O circo segue na várzea da ‘democracia’ dos inconsequentes. Mas isso vai acabar”, finalizou.

 

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