Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Brasil subiu 0,23%, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O aumento foi impulsionado principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial, que teve um aumento de 4,59% no mês, contribuindo para uma inflação acumulada de 4,61% nos últimos 12 meses.
O grupo de Alimentação e Bebidas continua em queda, registrando uma deflação de 0,85% em agosto, impulsionado principalmente pelos preços dos alimentos no domicílio.
Os produtos monitorados, cujos preços são definidos pelo setor público ou por contratos, têm acumulado uma alta de 7,69% nos últimos 12 meses, com um aumento de 1,26% em agosto, principalmente devido ao aumento da energia elétrica e do diesel.
A inflação de serviços continua desacelerando, com uma alta acumulada de 5,43% nos últimos 12 meses, com destaque para a queda nos preços das passagens aéreas.
A queda nos preços dos alimentos tem sido influenciada pela maior oferta de produtos no mercado.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para reajustes do salário mínimo, teve uma alta de 0,20% em agosto.
Esses números refletem a dinâmica da inflação no Brasil, com influências significativas dos preços da energia elétrica, dos produtos monitorados e da oferta de alimentos.