Presidente da Amazon e desembargador pedem apoio no Senado e na ALEAM para pautas da magistratura

Magistratura do Amazonas busca apoio no Legislativo para pautas e reformas.
Redação O Poder
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Manaus | AM

Nesta segunda-feira (21), o desembargador Délcio Santos e o presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas (Amazon), juiz Luís Márcio Albuquerque, ambos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), cumpriram uma agenda com o senador Eduardo Braga (MDB) e com o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), deputado Roberto Cidade (PV), separadamente. Na oportunidade, ambos pediram apoio do Legislativo nas pautas da magistratura

De acordo com publicação feita por Braga, em seu Instagram, a reunião tratou, “principalmente, de assuntos que envolvem  a magistratura nacional, colocando-me à disposição para os questionamento”. De acordo com o desembargador, a pauta com o senador tratou da Reforma Administrativa.

“É uma pauta dos magistrados, no sentido de conversar com os parlamentares do Amazonas com toda a bancada, por meio da Amazon, para discutirmos a Reforma Administrativa e para atender aquilo que é de interesse da magistratura amazonense e nacional. Entre os temas está a redução das férias de 60 dias, que é uma proposta; temos outras questões colocadas que atingem o funcionalismo público e estamos discutindo isso com os parlamentares”, detalhou Délcio Santos, adiantando que também conversará com o senador Omar Aziz (PSD).

Já na publicação de Roberto Cidade, também no Instagram, o deputado informou que a visita tratou “de assuntos de interesse da magistratura amazonense”, sem especificar quais interesses seriam. Esteve presente, ainda, o deputado estadual Carlinhos Bessa (PV), que já foi líder do governo Wilson Lima, na ALEAM.

“No caso da Assembleia Legislativa, tratamos de matérias de interesse da magistratura local e temos, também, Projetos de Lei de interesse nacional, como é caso da lei que será votada, nesta quarta-feira (23), em defesa das mulheres. Então, basicamente estamos discutindo com os parlamentares as matérias de interesse da magistratura”, finalizou o desembargador.

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