Wilson Lima assina decreto que institui Programa Estadual das Escolas Cívico-Militares

Governo do Amazonas institui programa estadual de escolas cívico-militares, dando continuidade ao modelo adotado durante o governo Bolsonaro.
Redação O Poder
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O governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), assinou nesta terça-feira (27) um decreto que estabelece o Programa Estadual das Escolas Cívico-Militares no estado.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o governador fez o anúncio da assinatura, ao lado da deputada Débora Menezes (PL-AM).

“Meus amigos, minhas amigas, o meu recado hoje é principalmente para os pais, para as mães, e também para os alunos das escolas cívico-militares. Havia uma preocupação sobre esse sistema, se ele ia continuar ou não. E por intervenção da deputada estadual Débora Menezes, acabei de assinar o decreto que institui o programa estadual das escolas cívico-militares na rede estadual de ensino e da outras providências.”, disse Wilson Lima.

A deputada expressou gratidão pela consideração e compreensão demonstradas pelo governador em relação ao programa das escolas cívico-militares.

“Muito obrigada pela sua sensibilidade. Esse é um programa de fato muito exitoso, e agora ele passa a se tornar realidade aqui no Estado de uma forma permanente. A gente vai continuar trabalhando não só para manter o programa, mas também para expandir para outras áreas que precisam.”, disse ela ao governador.

O programa tem como objetivo proporcionar uma educação de qualidade baseada em princípios cívicos e militares. Além do desenvolvimento intelectual dos estudantes, o programa visa transmitir valores éticos e morais essenciais à formação de cidadãos conscientes e responsáveis.

Programa nacional na gestão do ex-presidente Bolsonaro obteve resultados positivos no Amazonas

Sete escolas no Amazonas, sendo seis em Manaus e uma em Tabatinga, foram contempladas com o modelo de escolas cívico-militares, lançado em 2019 durante a gestão de Jair Bolsonaro.
O programa contribuiu para reduzir a evasão escolar e melhorar o desempenho dos estudantes, através de parcerias com as Forças Armadas e forças de segurança do Estado. No entanto, foi encerrado pelo governo Lula por meio de portaria do Ministério da Educação.
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