O vereador Paulo Tyrone (PMB) usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) para reforçar a necessidade da construção de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro Grande Vitória. Segundo ele, a comunidade, que possui mais de 65 mil habitantes, conta apenas com duas pequenas unidades de atendimento e os moradores precisam se deslocar para bairros vizinhos em busca de atendimento médico.
“Para quem conhece o bairro do Grande Vitória, eles são atendidos com apenas duas casinhas de saúde que são muito pequenas, L36 e L37. Então aquela comunidade, que hoje remonta a mais de 65 mil habitantes, precisa ser atendida por uma unidade básica de saúde grande”, disse Tyrone.
O vereador afirmou que já apresentou requerimentos para a indicação da UBS e cobrou o compromisso do prefeito David Almeida (Avante) e do vereador Alain Lancer (MDB), que receberam apoio expressivo dos eleitores do bairro nas últimas eleições. “Nada mais justo do que beneficiar aquela comunidade com a construção de uma UBS. O prefeito ganhou no primeiro e no segundo turno das eleições ali”, destacou.
Além da questão da saúde, o vereador também falou sobre sua atuação como presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da CMM. Ele convidou os parlamentares e a imprensa para a primeira reunião do grupo, onde será definido o planejamento para o biênio 2025-2026. “Nós instalamos essa comissão semana passada, mas faremos a primeira reunião oficialmente hoje. Então, convido vocês, se quiserem acompanhar e fazer a cobertura”, afirmou.
Um dos primeiros temas que serão abordados pela comissão é o preço dos combustíveis em Manaus. O vereador criticou a falta de repasse da redução anunciada pelas refinarias para os consumidores e mencionou a possibilidade de formação de cartel nos postos da cidade.
“O abastecimento de combustível é um problema muito sério porque hoje temos uma espécie de monopólio. São poucas empresas que refinam e distribuem essa matéria-prima em Manaus”, disse. “Apesar de a comissão não ter poder de polícia, podemos estabelecer fiscalizações e propor medidas para responsabilizar essas empresas. O aumento do ICMS não foi tão grande para justificar um repasse de mais de 30 centavos na bomba”, completou.
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