A juíza Etelvina Lobo Braga, da 3ª Vara da Fazenda Pública do Amazonas, condenou o procurador de Contas, Carlos Alberto Almeida, a devolver R$ 7,5 milhões aos cofres públicos. A quantia foi recebida entre outubro de 2018 e outubro de 2019, referente à alegação de nomeação tardia para o cargo, mas a magistrada argumentou que Almeida havia renunciado a qualquer direito pecuniário em 2005, antes mesmo da decisão judicial que lhe concedeu o cargo.
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