“No momento em que ele achar que Manaus é prioridade, eu vou estar lá”, diz Renato Junior sobre reunião com o Roberto Cidade

Prefeito de Manaus afirma que ainda aguarda reunião oficial com o governador e reforça disposição para discutir demandas da capital amazonense
Redação O Poder
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O prefeito de Manaus, Renato Júnior, afirmou nesta quinta-feira (21) que ainda espera uma agenda oficial com o governador do Amazonas, Roberto Cidade, para discutir pautas consideradas estratégicas para a capital. A declaração foi dada durante evento da prefeitura e ocorre em meio às movimentações políticas que marcam o início da nova gestão estadual.

Ao comentar a relação institucional entre Prefeitura de Manaus e Governo do Estado, Renato afirmou que está à disposição para o diálogo, mas ressaltou que aguarda uma sinalização do governador.

“No momento em que ele achar que Manaus é prioridade, eu vou estar lá”, declarou o prefeito ao ser questionado sobre uma possível reunião com Roberto Cidade.

A fala repercutiu nos bastidores políticos por indicar um clima ainda de distanciamento entre os dois chefes do Executivo, apesar das recentes sinalizações públicas de aproximação institucional. Desde que Roberto Cidade assumiu o Governo do Amazonas, após eleição indireta na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), lideranças políticas têm acompanhado a construção da relação entre o Governo e a Prefeitura de Manaus.

Nos últimos dias, Renato Júnior e Roberto Cidade participaram de agendas públicas em comum, incluindo a posse do novo governador. Apesar disso, ainda não houve anúncio oficial de uma reunião institucional exclusiva entre os dois gestores para tratar das principais demandas de Manaus.

Entre os temas que devem entrar em discussão em um eventual encontro estão obras de mobilidade urbana, saúde pública, segurança, transporte coletivo e investimentos em áreas afetadas pelas fortes chuvas registradas na capital nos últimos meses.

A relação entre Prefeitura e Governo do Amazonas é considerada estratégica para destravar projetos conjuntos e acelerar investimentos em áreas que dependem de cooperação entre os dois entes públicos.

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