Candidato à presidência do Senado diz que Lula promoveu o ‘desmonte’ do Brasil

Senador eleito critica atuação do governo Lula e diz que Senado perdeu importância no cenário nacional.
Redação O Poder
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O senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) disse, em entrevista exclusiva à revista Oeste, que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promoveu, em apenas 20 dias, o “desmonte” das conquistas econômicas observadas no Brasil nos últimos quatro anos.

Segundo o parlamentar, não são apenas os retrocessos econômicos que atrapalham o País. Marinho cita a postura do Senado diante do Supremo Tribunal Federal (STF) e diz que a Corte perdeu a “envergadura”.

“O Senado perdeu a importância e a envergadura no cenário nacional”, observou o senador eleito, na entrevista publicada neste sábado, 21. “Acreditamos que isso só vai se reverter se houver uma troca na presidência do Congresso, para que o Senado possa, de fato, voltar a ocupar a posição de destaque, de relevância, de importância que sempre teve na resolução dos grandes problemas nacionais”, continuou.

À revista, o senador eleito criticou os inquéritos prorrogados pelo ministro Alexandre de Moraes, comentou a possibilidade de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as manifestações de 8 de janeiro e lembrou os avanços econômicos registrados nos quatro anos de mandato de Jair Bolsonaro.

Omissão

Questionado sobre como avalia a candidatura de Pacheco à presidência do Senado, Marinho disse que País teve, nos últimos quatro anos, uma postura de omissão e que tem, como prioridade, fortalecer o Senado. O político disse que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário precisam ser harmônicos e independentes entre si.

“Acreditamos que isso só vai se reverter se houver uma troca na presidência do Congresso Nacional, para que o Senado possa, de fato, voltar a ocupar a posição de destaque, de relevância, de importância que sempre teve”, declarou.

Sobre o presidente Lula, Rogério Marinho disse que Lula e sua equipe ministerial está promovendo uma série de declarações desanimadoras. Para o senador eleito, o governo está na linha do desmonte de todo um legado virtuoso observado nos últimos seis anos.

“O sentimento que une aqueles com interesse de mudar o comando do Congresso é justamente o sentimento de receio, de constrangimento com a pauta de retrocesso, de corporativismo, de atraso que está sendo proposta pelo governo petista. Estamos assistindo a uma série de declarações desanimadoras do presidente e dos seus ministros, que estão na linha do desmonte de todo um legado virtuoso observado nos últimos seis anos”, pontuou.

Ao ser questionado sobre quais medidas promovem um desmonte do legado virtuoso citado por ele, Marinho citou a proposta de reforma previdenciária e a fala mentirosa da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, sobre o Brasil ter 120 milhões de pessoas passando fome.

“Ouvimos, por exemplo, o ministro da Previdência falar em “revisitar” a reforma previdenciária — sem nenhuma motivação aparente. Vemos um ministro do Trabalho mencionar a volta do imposto sindical. Assistimos ao ministro da Fazenda pregar um boicote a empresas nacionais. Observamos a ministra do Meio Ambiente mentir sobre o Brasil, dizendo que há 120 milhões de pessoas passando fome no país”, comentou. Confira a entrevista completa aqui.

 

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