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Desde que Luís Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o poder, em janeiro deste ano, 196 militares da ativa das Forças Armadas foram demitidos de cargos de comissão no governo, maioria referentes a vagas na Presidência da República e na pasta da Defesa.
Quando é analisado o período a partir de outubro de 2022 (mês das eleições) até fevereiro de 2023, o total é maior, chegando à 319 militares demitidos. O governo Bolsonaro, até julho do ano passado, requisitou um total de 2.206 militares da ativa para tais cargos, um recorde, diante dos 1.871 que permanecem empregados.
Ao assumir um cargo de comissão federal, o militar da ativa recebe uma remuneração que pode chegar até o limite do teto salarial do Executivo.
Foto: Sergio Lima/Folhapress (25/08/2010)